04/08/2017

Toque-me


09/06/2014

Aprendendo

Imagem original Aqui
Aprendendo com os erros
O mestre, conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante.
O aprendiz blasfema, levanta-se e cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre.
Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.
-Você não me ensinou nada hoje- diz o aprendiz, levando mais um tombo.
-Ensinei sim, mas você parece que não aprende – respondeu o mestre – estou tentando te ensinar como se lida com os erros da vida.
-E como lidar com eles?
– Como deveria lidar com seus tombos- respondeu o mestre- Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.

LIÇÃO: Para aprendermos com nossos erros é preciso que a nossa mente esteja desperta.

08/06/2014

Crenças e Valores

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Ophelia by Lyse Marion 

O mapa e suas reações
Uma mesma experiência é assimilada em diferentes aspectos. Somos capazes de filtrá-la de acordo com nossas crenças e valores
adquiridos ao longo de nossa existência. Um fato nunca será interpretado de forma igual por duas pessoas.
Da mesma forma somos tentados a fantasiar o que se passa, ou como o outro interpreta tal fato.
Imaginamos saber como o outro processa e até mesmo no que ele está pensando em determinado contexto.
Isso nos leva a conclusões errôneas e desastrosas do comportamento alheio.
A partir disso podemos compreender um pouco mais como as diferenças podem afetar os relacionamentos amorosos.
Nem sempre o que projetamos no outro vai acontecer da nossa maneira. No início tudo parece se completar.
As coisas acontecem com mais facilidade, a tolerância parece ser maior, perdoa-se mais, ria-se muito e as intenções são as melhores.
Com o passar do tempo, isso tudo vai se esgotando. No princípio conhecemos pouco o ser amado, por muitas vezes achamos que o Mapa
é o Território e não nos preocupamos em questionar.

Com o tempo, mais experiências acontecem, são trocadas, assimiladas, fatos vem à tona e as vicissitudes da vida nos levam a
caminhos muitas vezes desconhecidos. Será que estamos preparados para as mudanças que ocorrem? A maturidade é a ideal?
O casal sempre em harmonia demanda muita conversa e energia. Energia essa que nem sempre temos disponível, muitas vezes sugada pelo trabalho,
pelo estresse e por outros artifícios que nos deixam fracos e sem expectativas.

Concordar nem sempre é sinal que a ecologia interna está congruente, agradar e não manifestar opinião pode ser desgastante.
Essa contradição entre a fisiologia e o estado interno muitas vezes não é percebida, e por conveniência aceitamos sem nos preocupar com o outro.
Esse comportamento se não revisto pode se tornar um hábito e a importância que dávamos diminuirá com o passar dos anos.
No inicio conhecemos pouco um do outro, e nessa fase o diálogo e fundamental para entendermos que o Mapa não é o território e caso
não seja objetivo de ambos, sofrer menos no princípio a sofrer demais no futuro.

O encantamento inicial, a projeção futura que fazemos aos poucos vai se adequando a realidade cotidiana.
As máscaras caem, os desejos de modificam, as intempéries causam a fadiga conjugal.
Com o passar do tempo vamos descobrindo com quem realmente estamos lidando e se as descobertas forem boas, a relação perdura.
Caso isso não aconteça buscamos fazer um novo filme. Estamos em busca do que nos falta. Precisamos buscar no outro algo que nos complete e
nos torne um ser melhor, para isso devemos dar o devido valor e respeitar o modelo de mundo do outro.

"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar."
Por Rodrigo Zambom

Barreiras Internas


Limites x Barreiras Internas
Uma boa maneira de começarmos a questionar nossos limites internos é sempre que nos ouvirmos dizendo (ou pensando) "Não posso", "Não consigo", etc., repetirmos para nós mesmos a pergunta:
 "O que me impede?" 
Muitas vezes, convivemos há tanto tempo com nossos limites que acabamos cegos para eles. Nestas situações (como em muitas...), outras pessoas poderão nos ajudar questionando aquilo que para elas é um absurdo e para nós é algo rotineiro, habitual. É por este motivo (também) que a convivência com outras pessoas é tão importante para nosso crescimento pessoal. 
Muitas vezes "quem está de fora, vê melhor"... É como experimentar roupas numa loja: quando um amigo está conosco, poderá ver defeitos na roupa que nós provavelmente não perceberíamos. Precisamos dos olhos, ouvidos, comentários e opiniões das outras pessoas assim como precisamos dos nossos próprios. Não fosse assim, como o cirurgião gástrico operaria o próprio estômago? Quem estaria no confessionário para ouvir a confissão do padre? Como o dentista obturaria o próprio dente? Precisamos uns dos outros.
Nelly Beatriz M. P. Penteado

Imagem  by Lyse Marion

 
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